No dia 31 de agosto é comemorado o dia do nutricionista. Quando falamos em qualidade de vida e de todos os aspectos que circundam esse tema, é visível o impacto dos hábitos alimentares e de comportamento na saúde das pessoas. O nutricionista atua diretamente nessa área: melhorar a saúde e a qualidade de vida por meio da alimentação.

Atualmente, estamos em um momento de transição, uma vez que a base alimentar da população, antes composta por cereais, raízes, leguminosas e hortaliças, foi substituída por alimentos ricos em gordura trans, sódio e açúcar. Assim sendo, os alimentos industrializados ganharam espaço no cardápio diário resultando numa alimentação deficiente em vitaminas, minerais e fibras. Por isso, torna-se cada vez mais importante a participação do nutricionista no processo de formação de opinião sobre os perigos de uma alimentação desequilibrada.

O nutricionista e a reeducação alimentar

Kenia Rosa, nutricionista da Clínica Sandin, ressalta que o profissional de nutrição atua diretamente no processo a reeducação alimentar auxiliando na adesão de práticas saudáveis. Essas práticas podem ser a inclusão de um cardápio individualizado de acordo com as necessidades nutricionais, particularidades na rotina, preferências alimentares e situação financeira.

“Cabe salientar que as mudanças devem acontecer de maneira sutil e gradativa evitando seguir dietas muito restritivas ou dietas da moda, que na maioria das vezes são prejudiciais e não contribuem na mudança dos hábitos alimentares”, afirma Kenia.

Alimentação para prevenir doenças crônicas

Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) como diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras, constituem um sério problema de saúde pública, sendo responsáveis por 63% das mortes evitáveis em todo o mundo. Por isso, a alimentação é um dos alicerces fundamentais para a prevenção no desenvolvimento dessas doenças, auxiliando na melhoria na qualidade de vida da população.

A especialista em nutrição em saúde, Kenia Rosa, afirma que é de suma importância elucidar que o prazer de comer é essencial, já que é um ato social e de bem estar, e recusar esse prazer pode gerar angústia e desânimo, e como consequência a não adesão a práticas saudáveis como algo natural.

“Estudos apontam que quando você come com prazer, de forma consciente, saboreando o alimento, realizando escolhas saudáveis você precisa de menos, ou seja, menos alimento para obter satisfação, mas se o ato de comer leva a culpa e ansiedade, o efeito contrário ocorre, e o individuo passa a consumir um volume maior do alimento, portanto as palavras de excelência no campo da nutrição é o equilíbrio e conscientização ”, destaca a nutricionista.

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